Biografias

O Despertar do Silêncio 

Está é uma obra autobiográfica que relata a trajetória de vida da autora como pessoa surda parcial e sua luta pela inclusão, acessibilidade e pelos direitos da comunidade surda. Dividido em capítulos que retratam experiências marcantes de sua infância, vida escolar e atuação profissional, o livro apresenta os desafios enfrentados diante do preconceito, das barreiras de comunicação e da falta de acesso à educação bilíngue. Com uma narrativa autêntica e sensível, a obra também destaca a contribuição de Shirley para a valorização da Libras e para a transformação da educação de surdos no Mato Grosso do Sul. Respeitando a voz da autora, a publicação preserva características de sua escrita original, tornando o relato ainda mais pessoal e significativo.

VILHALVA, Shirley. Despertar do silêncio; Editora Arara Azul. 2004.

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O Grito da Gaivota

O livro de Emmanuelle Laborit, é uma emocionante autobiografia que narra a trajetória da autora desde a infância até seu reconhecimento nos palcos do teatro francês. Surda profunda desde o nascimento, Emmanuelle compartilha os desafios enfrentados em um mundo predominantemente ouvinte, as dificuldades de comunicação, a descoberta da língua de sinais e o processo de construção de sua identidade surda. Com sensibilidade e autenticidade, a obra revela como o encontro com a comunidade surda e com a língua de sinais transformou sua vida, tornando-se um poderoso testemunho sobre pertencimento, resistência, cultura surda e o direito à comunicação.

LABORIT, E. O grito da gaivota: Biografia de uma surda profunda, do berço ao êxito nos palcos do teatro francês (A. Sarmento, Trad.). Lisboa: Caminho, 2009.

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A juventude, o carnaval e o Rio de Janeiro

Celso Badin, na obra A juventude, o carnaval e o Rio de Janeiro, apresenta-se como surdo, e não como surdo- mudo, que tem orgulho de ser autor de seu primeiro livro, visto que seu grande sonho sempre foi escrever livros e ser jornalista. Nesta obra, com 77 páginas, há a construção de um romance em que predominam as relações amorosas e as amizades, bem como são discutidas as armadilhas do sexo e das drogas na juventude. O autor da narrativa apresenta-se como Pitty, personagem surdo desta história, que se relaciona com o mundo. O livro foi publicado em 2001, pela Áurea Editora, através da Série Sentidos, que é voltada para a produção cultural de pessoas com necessidades especiais. A obra conta com algumas imagens relacionadas a fatos narrados.

BANDIN Celdon. A juventude, o carnaval e o Rio de Janeiro. Editora Áurea; 2001. 

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Como é ser surdo

Não Posso Ouvir o Silêncio, de Vera Strnadová, é uma autobiografia sensível e inspiradora que convida o leitor a conhecer o cotidiano das pessoas surdas a partir da perspectiva de quem vive essa experiência. Ensurdecida aos seis anos de idade, Vera compartilha suas memórias, desafios, descobertas e conquistas, revelando as múltiplas formas de comunicação, interação e pertencimento presentes na comunidade surda. Com leveza, humor e profundidade, a obra rompe estereótipos sobre a surdez e mostra que a vida surda é marcada não pela ausência, mas pela riqueza de experiências, cultura, identidade e linguagem, tornando-se uma leitura essencial para todos que desejam compreender melhor o universo surdo

STRNADOVÁ, Vera. Como é ser surdo; Babel Editora;2000

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No meu silêncio ouvi e vivi

Neste livro, Olindina Coelho Possídio compartilha sua autobiografia produzida durante oficinas da Comunigraf Editora, em 2002. O livro, entretanto, é publicado em 2005, pela Editora Novo Horizonte. A obra é constituída de 156 páginas, organizadas em 18 capítulos; também conta com um texto de apresentação, inserção de poemas produzidos pelo pai da autora surda, oito páginas de depoimentos de familiares e amigos, além de uma memória fotográfica composta por 51 páginas.

Marcada pelo uso predominante da narração, a autora escreve em língua portuguesa a partir de um caderno com sua história de vida e de memórias fotográficas, focando sua história de vida principalmente a partir da adolescência. Narra seus namoros, casamento, vida em família (especialmente o vínculo com o pai), a maternidade, o trabalho, a faculdade em Letras e a coordenação dos trabalhos em Pastorais de Surdos. Como catequista, ensina em língua de sinais e produz um Evangelho de Cristo adaptado para a compreensão dos surdos.

POSSÍDIO; Olindina Coelha; No meu silêncio ouvi e vivi; Comunigraf Editora. 2002.

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Recortes de uma Vida: Descobrindo o Amanhã.

Recortes de uma Vida: Descobrindo o Amanhã é uma obra autobiográfica que reúne memórias, experiências e reflexões de uma professora surda parcial ao longo de sua trajetória pessoal e profissional. Em uma narrativa marcada pela autenticidade, a autora compartilha desafios, aprendizados e conquistas, revelando sua forma singular de compreender o mundo e construir seu futuro. Respeitando a voz e a identidade da escritora, a publicação preserva características originais de sua escrita, tornando o relato ainda mais próximo e genuíno. A obra convida o leitor a refletir sobre superação, educação, inclusão e a importância de acreditar nas possibilidades que cada novo amanhã pode trazer.

VILHALVA. Shirley; Recortes de uma Vida: Descobrindo o Amanhã. Campo Grande; gráfica e papelaria brasília.2001.

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Meus sentimentos em folhas 

Meus Sentimentos em Folhas, de Ronise Oliveira, reúne poemas que transformam emoções, memórias e reflexões em versos sensíveis e cheios de significado. Entre eles está O Arco-íris, uma poesia que convida o leitor a perceber a beleza dos sentimentos e das diferentes formas de expressão humana. Escrita em português e traduzida para a Libras, a obra valoriza a literatura surda, a arte visual das línguas de sinais e o protagonismo de autores surdos, promovendo o encontro entre poesia, identidade e acessibilidade.

OLIVEIRA. Ronise; Meus sentimentos em folha; Editora KroArt. 2005.

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A bela do silêncio

Ela não ouve quase nada, mas entende tudo, lendo "fluentemente" os lábios em português (sua língua materna), inglês e, em menor medida, diversas outras línguas. Sem praticamente nenhuma referência auditiva, ela se expressa apenas por estranhos sons e raros fragmentos de frases. Guerreira e vencedora, hoje Brenda Costa é top model internacional. Milagre? Não: o fruto da coragem e da obstinação. Primeiro foram os pais, que trabalharam duas vezes mais para oferecer à filha os cuidados de uma fonoaudióloga renomada, recusando-se a mantê-la restrita às instituições voltadas para deficientes auditivos. Brenda não aprendeu a linguagem dos sinais, mas a linguagem das bocas que lhe falam. Frequentou escolas "normais", enfrentou a crueldade das crianças, que, no entanto, acabaram por amá-la e segui-la, tão contagiantes eram a vontade de ser feliz e a determinação de fazer sua deficiência ser esquecida. Mais tarde, adolescente, ela se dedicou a viver "como os outros". E, para além de qualquer expectativa, realizou seu sonho de princesa: ser modelo. Bela do silêncio: uma história de força e coragem, uma relação sem igual entre mãe e filha, uma lição de esperança.

COSTA; Bela. Bela do silêncio; Editora Martins Fontes. 2008.

Link de compra: https://www.estantevirtual.com.br/livro/bela-do-silencio-FV6-6001-000-BK

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A verdadeira beleza

Vanessa Vidal: Uma História de Superação é uma autobiografia inspiradora que reúne memórias, desafios e conquistas da autora ao longo de sua trajetória de vida. Em uma narrativa sensível e sincera, Vanessa compartilha experiências marcadas pela determinação, pela força de seus ideais e pelo apoio fundamental de sua família, especialmente de seus pais. Ao relatar sua caminhada em busca de seus sonhos, a autora demonstra como é possível enfrentar barreiras e transformar dificuldades em oportunidades de crescimento. Contada a partir de sua vivência como pessoa surda, a obra celebra a perseverança, a autoestima e a capacidade humana de superar obstáculos, tornando-se uma leitura emocionante sobre coragem, amor e realização.

VIDAL. Vanessa Lima; A verdadeira beleza - Uma história de superação; autobiografia.2009.

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Fiquei surdo e agora? Como me tornei referencia dentro de uma comunidade surda de dança ouvindo pouco (ou quase nada)

O primeiro instrutor de FitDance surdo do mundo é brasileiro. O coreógrafo e instrutor de dança Almir de Souza Junior, mais conhecido como Jhonny 'Surdinho' Souza, tem 39 anos e perdeu a audição ainda na infância em decorrência de problemas de saúde.

Nessa produção autobiográfica Jhonny conta a sua trajetória desde a perda da auditiva a como ele se tornou uma referência em uma comunidade de dança. até ser reconhecido como o primeiro profissional surdo de Fit Dance do mundo e a sua trajetória para ter o esse reconhecimento.

SOUZA. Jhonny 'Surdinho do Brasil'. Fiquei Surdo e agora, Como me tornei referencia dentro de uma comunidade surda de dança ouvindo pouco (ou quase nada). 2020.

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O som das palavras

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